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Belo Monte

Participação Minoritária do Setor Privado em Belo Monte Reflete Preocupações entre Investidores sobre Riscos Financeiros

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International Rivers and Amazon Watch

Mega-hidrelétrica considerada economicamente inviável em análise de cenários de risco

Brasilia, D.F. - O anúncio feito na semana passada pela ANEEL sobre a composição da Sociedade de Propósito Específico (SPE) do consórcio que vai  construir a polêmica hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu (PA), revela uma falta marcante de presença do setor privado. O consórcio Norte Energia(1) formado por 18 membros é marcado pela ausência de grupos importantes do setor financeiro e da indústria de construção de barragens no país.  A participação do Governo Federal, direta ou indiretamente no consórcio (incluindo fundos de pensão de estatais) totaliza 77,5 por cento. A presença minoritária de investidores privados demonstra, entre outros fatores, preocupações com relação aos riscos financeiros da terceira maior hidrelétrica do mundo.

Altamira protest

Altamira protestMovimento Xingu Vivo para Sempre

Water Alternatives: Special Issue on the WCD+10

Guest editors: Deborah Moore, John Dore, Dipak Gyawali

Tucuruí dam in Brazil (Andreas Missbach)

Tucuruí dam in Brazil (Andreas Missbach)

In November 2000, the World Commission on Dams published its ground-breaking report, Dams and Development, after an unprecedented multi-stakeholder process. Ten years later, Water Alternatives, an independent academic online journal, revisits the WCD and its impacts in a special issue, and explores the question: Is the WCD still relevant?

Declaração Indígena Depois do Leilão da Usina Hidréletrica Belo Monte

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Nós, indígenas do Xingu, não queremos Belo Monte

Nós, indígenas do Xingu, estamos aqui brigando pelo nosso povo, pelas nossas terras, mas lutamos também pelo futuro do mundo.

O Financiamento Público de Belo Monte: Arriscado e Quente Demais

By: 
Zachary Hurwitz
Aluminum smelting (Aguirre/Switkes/Archive)

Aluminum smelting (Aguirre/Switkes/Archive)

Em uma recente entrevista com o Financial Times, o Ministro de Finanças Guido Mantega afirmou que a economia brasileira está indo tão bem apesar da crise econômica global que o governo deve limitar os gastos públicos, a fim de evitar o "superaquecimento". No entanto, a despesa pública referente à hidrelétrica e mineração é quente demais, e arrisca queimar um buraco através da imagem pública do Brasil como líder em questões de mudança climática.